Casal de médicos mortos em acidente aéreo será enterrado em Varginha (MG)

Corpos foram liberados pelo IML de Patos de Minas na manhã desta segunda-feira (5/10) e seguirão para Varginha, no Sul de Minas, no início da tarde

Postado em: 05/11/2018
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Os corpos dos médicos Marcos Nogueira Chagas, 45 anos, da mulher dele, Carla Giannine Pereira Medina, 44, associada da AMBr, e dos filhos de 7, 10 e 13 anos serão velados e enterrados em Varginha, no Sul de Minas, distante cerca de 300km de Belo Horizonte (MG).

A família foi vítima de um acidente aéreco no domingo (4/11). Marcos, que é radiologista, pilotava o avião monomotor de Brasília com destino a Varginha, quando a aeronave caiu em uma fazenda próximo a Patos de Minas, cidade mineira localizada na região do Alto Paranaíba. Os cinco ocupantes morreram na hora.  
 
Os corpos foram liberados pelo Instituto Médico Legal (IML) de Patos de Minas (MG) nas primeiras horas desta segunda-feira (5/11). O laudo do IML aponta que a causa do morte da família foi politraumatismo. O traslado dos corpos para Varginha deve ocorrer a partir das 12h. 
 
A despedida será no Velório Municipal de Varginha. O velório está marcado para às 17h desta segunda-feira (5/11), mas, segundo funcionários do local, os corpos só devem chegar após às 18h. 

Pesar 
O Sindicato dos Médicos do Distrito Federal (Sindmécicos), em nota de pesar, lametou a morte do casal. "Faltam palavras para expressar nossos sentimentos. Este é, com certeza, um momento de reflexão e de apoio à família. Eram, ambos, médicos muito queridos, que deixam como lembrança aos colegas o respeito e a dedicação à medicina".
 
O presidente do Sindmédico, Gutemberg Fialho, trabalhou com Marcos no Hospital Santa Marta, em Taguatinga. Ele conta que o radiologista era boa praça, simpático e que era agradável trabalhar ao lado de Marcos. "Lembro quando eu troquei de carro junto com ele, quase na mesma época. Pouco tempo depois, não me adaptei muito bem, eu mudei de novo de carro e o Marcos, que nem tinha se acostumado direito com o carro novo, ficou me enchendo a paciência. Toda semana era 'ô, Gutemberg, trocou de carro de novo?'", relembra.

Fonte: CORREIO BRAZILIENSE

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