AMBr promove evento de prevenção ao suicídio e combate a depressão

Na manhã deste último sábado (14), a Associação Médica de Brasília (AMBr) promoveu, em parceria com o Grupo Mulheres do Brasil, o Programa de Educação Continuada (PEC) “Suicídio e Depressão – Da Prevenção ao Tratamento”. O evento é alusivo ao Setembro Amarelo, onde mundialmente se faz campanhas de combate à depressão e prevenção ao suicídio. Os doutores Ulysses Castro, Gustavo Oliveira, Ana Paula Faber e Andrezza Brito debateram sobre as formas de prevenção e tratamento às doenças que levam a esse quadro. “ O programa é uma grande luta contra o preconceito às doenças mentais. A partir do momento em que a gente quebra esse preconceito, nós não vamos chegar a casos mais graves como o do suicídio”, explica a Dra. Ana Paula Faber.

O ciclo de debates teve sua atenção voltada aos cuidados a saúde mental e outros fatores de risco. “Temos muito apoio da AMBr nesse sentido, com os programas de educação continuada. Esse evento tem uma programação direcionada a várias definições de transtornos mentais, transtorno depressivo e, pelo segundo ano, estamos apresentando este ciclo de palestras voltado a questões da automutilação, o fluxo de emergência, o serviço de atendimento médico entre outros”, declarou o Dr. Ulysses Castro.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o suicídio é a segunda maior causa de morte entre jovens entre 15 e 29 anos, e também é responsável por mais de 800 mil óbitos por ano.  A Dra. Ana Paula Faber destaca ainda a importância na identificação dos sintomas. “Muitas vezes as pessoas confundem a depressão com a tristeza. Mas ela é uma confluência de sintomas que juntos acabam fazendo o transtorno depressivo, que é uma doença. Os indicadores que devem ser observados, seja o leigo ou o médico, são as alterações de comportamento, sinais de demonstração de que a vida não está valendo muito a pena, introspecção, baixo rendimento escolar ou no trabalho, esquecimento, dificuldade de tomar decisões, tristeza, angústia, choro fácil, vícios… são vários sintomas que juntos acabam fazendo a depressão”, esclarece.

 

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Comunicado AMBr

Apesar da autorização do GDF liberando parcialmente as atividades, o Conselho Deliberativo da AMBr, decidiu, por unanimidade, manter o clube fechado. Como entidade representativa da classe médica, entendemos que não estamos no momento certo para tal medida.

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